0 / 0

Aperto financeiro

Têm sido frequentes as reclamações,  sobre os incumprimento de certos clubes, para com atletas ou com os treinadores.

Têm sido frequentes as reclamações,  sobre os incumprimento de certos clubes, para com atletas ou com os treinadores. É lógico, que o sermão não é de hoje. Vem de há muito, porque também, verdade seja dita, os dinheiros nem sempre estão à mão de semear. O que é certo,  é que nos tempos actuais as coisas tomam contornos capciosos. Todos ficam a dever e os devidos cobram, reclamam, esperneiam, enfim .
O cenário não é de estranhar, na actual conjuntura. Pois, as facilidades tidas no passado deixaram de existir,  face à galopante crise económica e quando há crise, já se sabe qual é o resultado que vem a seguir. É evidente que alguns clubes, talvez com uma gestão mais responsável ou mais assistidos, consigam dar  a volta à situação. Outros, não têm como, senão mergulhar na onda das dificuldades.
Nos últimos tempos tem sido assim. Diríamos mesmo, que fazer desporto passou a ser uma empreitada,  à altura de poucos, deve ser enaltecido aquele  que se movimentando no mundo desportivo, faz trinta por uma linha para manter vital esta actividade social. Não vai para muito tempo, a direcção da Federação Angolana de Futebol, através do seu Conselho de Disciplina, tratou de fazer um apelo aos clubes devedores para procederem  à liquidação  das suas dívidas.
A terreiro vieram designações de clubes que se acham na condição de devedores, assim como os nomes daqueles a quem os mesmos ficam a dever. Na verdade, é longa a lista nominal, deixando escapar a sensação de que a falta de verdade desportiva no nosso futebol , não reside apenas nos resultados, que às vezes, são mais de laboratório que de campo, mas também na falta de sensatez de alguns gestores.
Dívida, no sentido real da palavra, é aquilo que se tem a pagar a alguém, por algum serviço que nos tenha prestado. Logo, é algo que não deve ser secular, mas temporário. Infelizmente, cá entre nós não é o caso. Foram relatados factos , de que os agentes do futebol já andam familiarizados. Há dívidas , que estão prestes a ter outra designação. Calote, talvez seja o termo melhor enquadrado.
Porque quando a tendência do devedor é remeter-se ao silêncio, numa clara manifestação de falta de vontade de repor o que é de outrem, já não estamos perante um devedor, estamos perante um caloteiro. E, há casos constantes na matéria  que nos foi dado a ler, que já não devem ser tomados por dívidas. Estão muito para lá disso.
A pergunta que se põe: será neste mundo de enganos e desenganos ,que se pretende fazer um desporto são e para todos? Os casos de que nos referimos têm a ver, apenas com o futebol. Mas nada nos diz, que a nível de outras modalidades, a realidade seja diferente. Há, igualmente situações análogas, geridas inteligentemente, antes que escapem para a praça pública.
Têm sido frequentes as reclamações,  sobre os incumprimento de certos clubes, para com atletas ou com os treinadores. É lógico, que o sermão não é de hoje. Vem de há muito, porque também, verdade seja dita, os dinheiros nem sempre estão à mão de semear. O que é certo,  é que nos tempos actuais as coisas tomam contornos capciosos. Todos ficam a dever e os devidos cobram, reclamam, esperneiam, enfim .
O cenário não é de estranhar, na actual conjuntura. Pois, as facilidades tidas no passado deixaram de existir,  face à galopante crise económica e quando há crise, já se sabe qual é o resultado que vem a seguir. É evidente que alguns clubes, talvez com uma gestão mais responsável ou mais assistidos, consigam dar  a volta à situação. Outros, não têm como, senão mergulhar na onda das dificuldades.
Nos últimos tempos tem sido assim. Diríamos mesmo, que fazer desporto passou a ser uma empreitada,  à altura de poucos, deve ser enaltecido aquele  que se movimentando no mundo desportivo, faz trinta por uma linha para manter vital esta actividade social. Não vai para muito tempo, a direcção da Federação Angolana de Futebol, através do seu Conselho de Disciplina, tratou de fazer um apelo aos clubes devedores para procederem  à liquidação  das suas dívidas.
A terreiro vieram designações de clubes que se acham na condição de devedores, assim como os nomes daqueles a quem os mesmos ficam a dever. Na verdade, é longa a lista nominal, deixando escapar a sensação de que a falta de verdade desportiva no nosso futebol , não reside apenas nos resultados, que às vezes, são mais de laboratório que de campo, mas também na falta de sensatez de alguns gestores.
Dívida, no sentido real da palavra, é aquilo que se tem a pagar a alguém, por algum serviço que nos tenha prestado. Logo, é algo que não deve ser secular, mas temporário. Infelizmente, cá entre nós não é o caso. Foram relatados factos , de que os agentes do futebol já andam familiarizados. Há dívidas , que estão prestes a ter outra designação. Calote, talvez seja o termo melhor enquadrado.
Porque quando a tendência do devedor é remeter-se ao silêncio, numa clara manifestação de falta de vontade de repor o que é de outrem, já não estamos perante um devedor, estamos perante um caloteiro. E, há casos constantes na matéria  que nos foi dado a ler, que já não devem ser tomados por dívidas. Estão muito para lá disso.
A pergunta que se põe: será neste mundo de enganos e desenganos ,que se pretende fazer um desporto são e para todos? Os casos de que nos referimos têm a ver, apenas com o futebol. Mas nada nos diz, que a nível de outras modalidades, a realidade seja diferente. Há, igualmente situações análogas, geridas inteligentemente, antes que escapem para a praça pública.